sexta-feira, 3 de junho de 2016

Evangelho do dia - 'Alegrai-vos comigo!'

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus Tempo Comum
Cor: Branco

Evangelho - Lc 15,3-7

Alegrai-vos comigo! Encontrei a 
minha ovelha que estava perdida!'
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo seg. Lucas 15,3-7

Naquele tempo:
3Jesus contou aos escribas e fariseus esta parábola:
4
'Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma,
não deixa as noventa e nove no deserto,
e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la?
5
Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria,
6
e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos,
e diz: 'Alegrai-vos comigo!
Encontrei a minha ovelha que estava perdida!'
7
Eu vos digo:
Assim haverá no céu mais alegria
por um só pecador que se converte,
do que por noventa e nove justos
que não precisam de conversão.
Palavra da Salvação.

Reflexão - Lc 15, 3-7
Todos nós que conhecemos Jesus devemos ter os mesmos sentimentos de Jesus, e este sentimento é o amor que nos lança incondicionalmente ao encontro dos nossos irmãos e irmãs, principalmente aqueles que estão mais afastados a fim de que possamos cuidar deles, tanto no que diz respeito às necessidades da ordem temporal como às necessidades da ordem espiritual. O Evangelho de hoje nos diz: vá ao encontro de quem se perdeu e se encontra no pecado, seja um grande missionário da misericórdia e do perdão de Deus, manifeste o seu amor para todas as pessoas, seja sinal de salvação para o mundo. (CNBB).

Reflexão
Escribas e fariseus mantinham a distância os que eles consideravam pecadores. Fechavam-se em seu pequeno círculo e, por observarem minuciosamente as leis, consideram-se melhores que os outros. O próprio Jesus, porque se misturava com as pessoas de má fama, era mal visto por eles. É justamente para esse grupo (escribas e fariseus) que Jesus conta esta parábola. Dá ênfase à busca de uma ovelha que se perdeu e salienta o cuidado com que é reconduzida ao rebanho. A alegria do pastor por ter encontrado a ovelha perdida é contagiante: espalha-se por toda a redondeza. É a imagem proposta por Jesus para falar da alegria do Pai celeste “por um só pecador que se converte”. À semelhança do Pai, Jesus “veio procurar e salvar o que estava perdido” (Lc 119,10).

(Dia a dia com o Evangelho 2016 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Recadinho: - Você busca, com humildade, conhecer as coisas de Deus? - Procura ver Deus presente em tudo? Dê um exemplo. - Nas incertezas da vida, onde busca consolo e conforto? - Sua vida é um diálogo de amor para com Deus, de coração para coração? - Conhece pessoas que têm um fardo pesado mas vivem como se fosse leve?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R


RELIGIÃO
03/06/2016 | domtotal.com

Coração que tanto amou a humanidade!

Que possamos ser ministros da misericórdia a exemplo da docilidade do Coração de Jesus!
Que o nosso coração possa unir ao Coração Sagrado de Jesus.

Que o nosso coração possa unir ao Coração Sagrado de Jesus.
Por Cardeal Orani João Tempesta*

A Igreja celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado como símbolo do amor de Deus. No Calvário, o soldado abriu o lado de Cristo com a lança (Jo 19,34). Diz a Liturgia que “aberto o seu Coração divino, foi derramado sobre nós torrente de graças e de misericórdia”. Jesus é a Encarnação viva do Amor de Deus e seu Coração é o símbolo desse Amor. Por isso, encerrando um conjunto de grandes Festas que abrem a retomada do Tempo Comum após o Tempo Pascal (Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi), a liturgia nos leva a contemplar o Coração de Jesus.
O Sagrado Coração é a imagem do amor de Jesus por cada um de nós. É a expressão daquilo que São Paulo disse: “Eu vivi na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2,20). É o convite a que cada um de nós retribua a Jesus este amor, vivendo segundo a Sua vontade e trabalhando com a Igreja pela salvação das almas.
Vários santos veneraram o Coração de Jesus. Santo Agostinho disse: “Vosso Coração, Jesus, foi ferido para que na ferida visível contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor”. São João Eudes, grande propagador desta devoção no século XVII, escreveu o primeiro ofício litúrgico em honra do Coração de Jesus, cuja festa se celebrou pela primeira vez na França, em 20 de outubro de 1672.
Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o “Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado”. Santa Margarida teve como diretor espiritual o padre jesuíta S. Cláudio de la Colombière, canonizado por São João Paulo II, e que se incumbiu de propagar a grande Festa.
O Papa Clemente XIII aprovou a Missa em honra do Coração de Jesus, e São Pio X, no dia 23 de agosto de 1856, estendeu a Festa para toda a Igreja, a ser celebrada na sexta-feira da semana subsequente à festa de Corpus Christi. O papa Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus. O Beato Paulo VI disse certa vez que ela é garantia de crescimento na vida cristã e garantia da salvação eterna.
A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tem a sua origem na própria Sagrada Escritura. O coração é um dos modos para falar do infinito amor de Deus por você. Este amor encontra seu ponto alto com a vinda de Jesus. A devoção ao Sagrado Coração de um modo visível aparece em dois acontecimentos fortes do Evangelho: o gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a última ceia (cf. Jo 13,23); e na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34). Em um, temos o consolo pela dor da véspera de sua morte, e no outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.
O Papa São João Paulo II sempre cultivou esta devoção, e a incentiva a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, afirmou: “Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero hoje dirigir juntamente convosco o olhar dos nossos corações para o ministério desse Coração. Ele falou-me desde a minha juventude. Cada ano volto a este mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja”.
Entre as muitas e ricas promessas que Jesus Cristo fez aos que fossem devotos de seu Sagrado Coração, sempre chamou a atenção a que fez aos que comungassem em Sua honra as nove primeiras sextas-feiras do mês seguidos. É tal, que todos a conhecem com o nome da Grande Promessa. Esta devoção, em sua forma atual, deve-se às inspirações de Santa Margarida Maria (1649-1690), sobretudo quando, em 16 de junho de 1657, escreveu sobre o coração de Jesus: “Eis aqui este Coração que amou tanto aos homens que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para manifestar-lhes Seu amor, e, por todo reconhecimento, não recebe da maior parte mais que ingratidão, desprezo, irreverências e tibieza que tem para mim neste sacramento de amor”.
Jesus deu a sua servidora o encargo de que se tributasse culto a seu Coração e a missão de enriquecer o mundo inteiro com os tesouros desta devoção santificadora. O objeto e fim desta devoção é honrar o Coração adorável de Jesus Cristo, como símbolo do amor de um Deus para nós; e a vista deste Sagrado Coração, abrasado de amor pelos homens, e ao mesmo tempo desprezado por estes, nos deve mover a amá-lo e a reparar a ingratidão de que é objeto.
Nesta tão sublime solenidade do Coração de Jesus, queremos pedir ao Senhor que dê a paz a todos os corações, pois vivemos num momento onde muitos optam pela violência. A violência vai contra os princípios morais e éticos e ainda religiosos. Deus é amor e paz! O nome de Deus é misericórdia! Que possamos ser ministros da misericórdia a exemplo da docilidade do Coração de Jesus! Que o nosso coração possa unir ao Coração Sagrado de Jesus.

CNBB, 02-06-2016.
 

Santos do dia

SANTOS CARLOS LWANGA E COMPANHEIROS03/06


O catolicismo penetrou vagarosamente na África. Em Uganda, temos o testemunho de Carlos Lwanga e seus companheiros. Este homem era pajem do rei Muanga e professava a fé cristã. Entretanto, o rei decidiu acabar com a presença cristã em Uganda. Ele próprio matou um pajem cristão, usando este sinal como aviso aos outros que professavam a fé. Sendo chefe dos pajens, Carlos Lwanga reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda não haviam recebido o batismo e se prepararam para um final trágico. Nenhum destes jovens, cuja idade não passava de vinte anos, alguns com até treze anos de idade, arredou pé de suas convicções e foram todos encarcerados na prisão em Namugongo.
Carlos Lwanga morreu primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais e alguns queimados vivos. Vinte e dois pajens foram condenados à morte e cruelmente executados. Os vinte e dois mártires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado o "padroeiro da juventude africana" em 1934. 
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
 REFLEXÃO O povo africano talvez tenha sido o último a receber a evangelização cristã, mas já possui seus mártires homenageados na história da Igreja Católica. A maior dificuldade foi mostrar a diferença entre os missionários e os colonizadores. Aos poucos, com paciência, muitos nativos africanos foram catequizados. A fé cristã cresceu no continente negro e hoje o cristianismo desponta como uma das grandes religiões daquele continente.
ORAÇÃO Deus todo-poderoso, que destes aos mártires Santos Carlos Lwanga e companheiros a graça de sofrer pelo Cristo, ajudai também a nossa fraqueza, para que possamos viver firmes em nossa fé, como eles não hesitaram em morrer por vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Evangelho do dia - 'Tu não estás longe do Reino de Deus'.

5ª-feira da 9ª Semana Tempo Comum
Cor: Verde

Evangelho - Mc 12,28b-34

Amarás o Senhor teu Deus.
Amarás o teu próximo.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Marcos 12,28b-34
Naquele tempo:
28bUm mestre da Lei,
aproximou-se de Jesus e perguntou:
'Qual é o primeiro de todos os mandamentos?'
29
Jesus respondeu:
'O primeiro é este: Ouve, ó Israel!
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
30
Amarás o Senhor teu Deus
de todo o teu coração, de toda a tua alma,
de todo o teu entendimento e com toda a tua força!
31
O segundo mandamento é:
Amarás o teu próximo como a ti mesmo!
Não existe outro mandamento maior do que estes'.
32
O mestre da Lei disse a Jesus:
'Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste:
Ele é o único Deus e não existe outro além dele.
33
Amá-lo de todo o coração, de toda a mente,
e com toda a força,
e amar o próximo como a si mesmo
é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios'.
34
Jesus viu que ele tinha respondido com inteligência,
e disse: 'Tu não estás longe do Reino de Deus'.
E ninguém mais tinha coragem
de fazer perguntas a Jesus.
Palavra da Salvação.


Reflexão - Mc 12, 28b-34
O apóstolo São João nos diz que quem afirma que ama a Deus a quem não vê e não ama o seu irmão a quem vê é um mentiroso. O evangelho do hoje nos mostra que o amor a Deus está intimamente atrelado ao amor aos irmãos, de modo que só ama verdadeiramente a Deus quem vive concretamente o amor ao próximo, pois Deus é amor e quem ama permanece em Deus, o que faz com que o amor ao próximo se torne a grande forma de culto a Deus. Quando não vivemos o amor, não cultuamos verdadeiramente a Deus, e assim nos submetemos às mais variadas formas de idolatria que nos são propostas pelo mundo moderno. (CNBB)

Reflexão
Em várias ocasiões, Jesus é abordado por grupos de fariseus que, munidos de má-fé, querem pô-lo à prova. Desta vez, apenas um fariseu, demonstrando boa vontade, busca esclarecimento sobre qual é o mandamento mais importante. Eram tantos os preceitos judaicos, que davam margem a interpretações errôneas. Jesus afirma o que já era do conhecimento geral: amar a Deus acima de tudo e amar ao próximo como a si mesmo: “Não existe outro mandamento maior do que estes”. O fariseu confirma o ensinamento de Jesus, de quem recebe um elogio: “Você não está longe do Reino de Deus”. Para entrar na dinâmica do Reino, basta corrigir alguns desvios, um dos quais é prestar a Deus um culto que oprime e explora o povo. Jesus dará a justa medida do amor ao próximo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

(Dia a dia com o Evangelho 2016 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Recadinho: - Quem aceita as palavras de Jesus sobre o Reino não está longe dele, diz Jesus!
- Isso porque quem aceita a mensagem do Reino, já começa a colocá-lo em prática nesta realidade em que vive! - O primeiro mandamento manda ouvir o que Jesus diz e colocar em prática! - Agindo assim, terá que existir obrigatoriamente o amor ao próximo em toda a sua plenitude!

Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R

Santos do dia

SANTOS MARCELINO E PEDRO02/06


Marcelino era um dos sacerdotes mais respeitados entre o clero romano. Por meio dele e de Pedro, outro sacerdote, exorcista, muitas conversões ocorreram na capital do império. Como os dois se tornaram conhecidos por todos daquela comunidade, inclusive dos pagãos, não demorou a serem denunciados como cristãos. No cárcere, conheceram Artêmio, o diretor da prisão. Diz a história que Artêmio tinha uma filha adoentada e contou isso a Marcelino e Pedro. Numa noite, misteriosamente liberto das cadeias, Pedro foi à casa de Artêmio e disse que a cura da filha Paulinha dependeria de suas sincera conversão. Começou a pregar a Palavra de Cristo e pouco depois o diretor da prisão e sua esposa se converteram. A filha Paulinha se curou e se converteu também. Dias depois, Artêmio libertou Marcelino e Pedro, provocando a ira de seus superiores. Os dois foram recapturados e condenados à decapitação. Foram levados para um bosque isolado onde lhe cortaram as cabeças. Também Artêmio morreu decapitado, enquanto sua esposa e filha foram colocadas vivas dentro de uma vala que foi sendo coberta por pedras até morrerem sufocadas. Era o ano de 304. 
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
 REFLEXÃO As grandes testemunhas de fé cristã são os mártires, homens e mulheres que não temeram derramar seu sangue em favor da fidelidade ao Cristo e a Igreja. A vida de são Pedro exorcista e São Marcelino nos inspiram a ter gestos e palavras de conforto aos sofredores e, sobretudo, dedicar nossas vidas para proclamar a Palavra santificadora do Evangelho.
ORAÇÃO Ó Deus todo-poderoso, dá-me a exemplo dos mártires São Marcelino e São Pedro, crer em Ti, abandonar-me a Ti, confiar em Ti. Que a Tua vontade seja feita em mim e em todas as tuas criaturas. Livra-me de todo mal e dá-me um espírito de revelação para que realmente possa conhecer e amar Teu filho Jesus, o Salvador. Amém.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sacramento do Batismo.

Horários e Datas da Preparação para o batismo e dos Batizados na Paróquia Navegantes – Tramandaí e Imbé.

Nossa Senhora dos Navegantes (Matriz) – Fone: 3661-1509
Preparação: Última quinta-feira do mês às 19 horas
Batizado: Primeiro sábado do mês às 14:30
Santa Terezinha- Fone:  3624-1156
Preparação: Última quinta-feira do mês às 19:30 horas
Batizado: Primeiro sábado do mês às 15 horas
Santa Luzia – Fone: 93261253
Preparação: Quarta quarta-feira do mês às 19 horas
Batizado: Primeiro domingo do mês às 18 horas
Nossa Senhora Aparecida (Mariluz) – Fone: 3683-2336
Preparação: Primeiro sábado do mês às 18 horas
Batizado: Segundo sábado do mês às 17 horas
Santa Clara – fone: 82163800
Preparação: Segundo sábado do mês às 17 horas
Batizado: Segundo domingo do mês às 10 horas
Nossa Senhora de Lourdes (Oásis)- Fone: 3669-1085
Preparação: terceira sexta-feira do mês  às 18:30 horas
Batizado: Terceiro sábado do mês às 16 horas
São José Operário- Fone: 91403000 – Elisane
Preparação: Na sexta-feira que antecede o batizado às 20 horas
Batizado: Terceiro domingo do mês às 9 horas
Santa Rita- Fone: 3627-2159
Preparação: Segunda terça-feira do mês às 19 horas
Batizado: Terceiro domingo do mês às 9 horas
Santo Antonio – (Agual) – Parque dos Presidentes - Fone: 82163800
Preparação: Primeiro sábado do mês às 19 horas
Batizado: Todo dia 13 do mês às 19horas
Sagrado Coração do Jesus (Indianópolis) – Fone: 3684-8785
Preparação: Primeira quinta-feira do mês às 19:30
Batizado: Terceiro domingo do mês às 10 horas
Nossa Senhora Imaculada Conceição – Nova Tramandaí- Fone: 91383293
Preparação: Terceira quarta-feira do mês às 19:00 horas
Batizado: No quarto sábado de cada mês às 19:00 Horas
Santa Ana- Fone: 3683-2174 – 99782311 – Marli e Carlito
Preparação: Segunda sexta-feira do mês às 19 horas
Batizado: Quarto sábado do mês às 16 horas
Nossa Senhora Medianeira- Fone: 3627-1403
Preparação: Segunda sexta-feira do mês às 19:30 horas
Batizado: Quarto domingo do mês às 10 horas
São Francisco de Assis- 3661-8326 - 92411295
Preparação: Segundo sábado do mês às 19 horas
Batizado: Quarto domingo do mês às 10 horas
Nossa Senhora da Boa Viagem-Tramandaí Sul- 9224-3823
Preparação: Primeira Quinta-Feira do mês às 19 horas
Batizado: Quarto Domingo do mês às 08:30 horas















































Documentos necessários para o Batismo
·        Certidão de Nascimento da criança;
·        Comprovante de preparação (curso) dos pais e padrinhos;
·        Taxa de R$ 55,00
·        Informações pelo fone 3661 1509 – Secretaria Paroquial


Evangelho do dia - ELE É DEUS DOS VIVOS!

4ª-feira da 9ª Semana Tempo Comum
S. Justino Mt, memória

Cor: Vermelho

Evangelho - Mc 12,18-27

Ele não é Deus de mortos, mas de vivos!
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,18-27
Naquele tempo:
18Vieram ter com Jesus alguns saduceus,
os quais afirmam que não existe ressurreição
e lhe propuseram este caso:
19
'Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição:
'Se morrer o irmóo de alguém, e deixar a esposa sem filhos,
o irmão desse homem deve casar-se com a viúva,
a fim de garantir a descendência de seu irmão.'
20
Ora, havia sete irmãos:
o mais velho casou-se, e morreu sem deixar descendência.
21
O segundo casou-se com a viúva,
e morreu sem deixar descendência.
E a mesma coisa aconteceu com o terceiro.
22
E nenhum dos sete deixou descendência.
Por último, morreu também a mulher.
23
Na ressurreição, quando eles ressuscitarem,
de quem será ela mulher?
Por que os sete se casaram com ela!'
24
Jesus respondeu:
'Acaso, vós não estais enganados,
por não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?
25
Com efeito, quando os mortos ressuscitarem,
os homens e as mulheres não se casarão,
pois serão como os anjos do céu.
26
Quanto ao fato da ressurreição dos mortos,
não lestes, no livro de Moisés,
na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou:
'Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó'?
27
Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos!
Vós estais muito enganados.'
Palavra da Salvação.


Reflexão - Mc 12, 18-27
Tem gente que sente o maior prazer em discutir religião. Essas discussões, na verdade, não significam a busca de uma melhor compreensão da fé com a finalidade de possibilitar uma resposta de qualidade aos apelativos dos valores evangélicos, mas na maioria das vezes se constituem numa discussão sobre posições unilaterais e não negociáveis, muitas vezes posições pessoais, que só servem para aprofundar diferenças e criar divisões e em nada contribuem para que todos possam chegar à verdade, muito menos para viver segundo ela. (CNBB).

 Reflexão
Os saduceus, muito voltados para as realidades presentes, rejeitam o ensinamento dos fariseus sobre a ressurreição. Apresentam a Jesus uma questão: Na vida eterna, de quem será esposa uma mulher que ficou viúva sete vezes, e sete vezes casou novamente? Jesus esclarece que essa objeção se funda sobre uma visão errônea a respeito da vida futura. Primeiro, a vida após a morte dispensará a matéria; todos serão seres espirituais, como anjos de Deus; em outras palavras, participantes da vida imortal, que não necessita de reprodução. Segundo, contrariando a crença dos saduceus, Jesus reforça o que a Bíblia ensina: Deus é Deus dos vivos e não dos mortos. Sendo o Deus da vida, não criou ninguém para a morte, mas para a vida definitiva com ele. Aqueles que o amam não morrerão jamais.
(Dia a dia com o Evangelho 2016 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Recadinho: - Em que consiste nossa vida em Deus? - Usamos de nossa liberdade para vivermos já neste mundo na luz do Reino de Deus? - Procuramos renovar nossa vida numa atitude de conversão constante? - A certeza da vida em Deus depois da morte me anima a deixar em segundo plano o enfoque material do mundo do ter e do poder em busca do ser em Deus? - Agradeçamos a Deus que nos leva a esperar no Reino que nos foi preparado.
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R

Santo do dia

SÃO JUSTINO01/06


Justino nasceu no ano 103. Tinha origem latina e seu pai se chamava Prisco. Ele foi educado e se formou nas melhores escolas do seu tempo, cursando filosofia e especializando-se nas teorias de Platão, um grande filósofo grego. Tinha alma de eremita e abandonou a civilização para viver na solidão. Anos mais tarde, acompanhou uma sangrenta perseguição aos cristãos, conversou com outros deles e acabou se convertendo. Foi batizado no ano 130 na cidade de Efeso, instante em que substituiu a filosofia de Platão pela verdade de Cristo. No ano seguinte estava em Roma e evangelizava entre os letrados, pois esse era o mundo onde melhor transitava. Era um missionário filósofo. Deixou muitos livros importantes cujos ensinamentos influenciaram e ainda estão presentes na catequese e na doutrina da Igreja. Seus registros fornecem importantes informações sobre ritos e administração dos Sacramentos na Igreja primitiva. Escreveu, defendeu e argumentou em favor do Cristianismo e por isto foi considerado de tal modo ilegal que foi vítima da denúncia de um filósofo pagão, o qual levou-o ao tribunal. Acabou flagelado e decapitado em 164 na cidade de Roma, junto com outros companheiros que como ele testemunharam sua fé em Cristo. 
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
 REFLEXÃO Justino procurou a unidade e a conciliação entre paganismo e cristianismo, entre filosofia e revelação. Homem culto e dotado de grande fé, Justino lançou as bases de uma verdadeira filosofia cristã. Foi um leigo interessado pelos assuntos da fé e foi martirizado por defender a verdade e a fidelidade ao Evangelho.
ORAÇÃO Deus eterno e todo-poderoso, que destes a São Justino a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.