quarta-feira, 8 de junho de 2016

Escola Catequética.

3° Encontro Catequético. 
Hoje às 14hrs no Salão da comunidade Navegantes!
Venha Participar Conosco!


Evangelho do dia - Grande no Reino dos céus.

4ª-feira da 10ª Semana Tempo Comum
Cor: Verde

Evangelho - Mt 5,17-19

Aquele que praticar e ensinar os mandamentos,
este será considerado grande.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5,17-19

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
17Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas.
Não vim para abolir,
mas para dar-lhes pleno cumprimento.
18
Em verdade, eu vos digo:
antes que o céu e a terra deixem de existir,
nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei,
sem que tudo se cumpra.
l9
Portanto, quem desobedecer
a um só destes mandamentos, por menor que seja,
e ensinar os outros a fazerem o mesmo,
será considerado o menor no Reino dos Céus.
Porém, quem os praticar e ensinar
será considerado grande no Reino dos Céus.
Palavra da Salvação.

Reflexão - Mt 5, 17-19
O verdadeiro cumprimento da Lei não significa apenas a obediência a ela. Significa descobrir os valores que são inerentes a ela, as motivações que estão por trás dela e as conseqüências da sua observância para a felicidade pessoal, para a construção de um mundo melhor para todos e principalmente para que possamos descobrir o bem maior para as nossas vidas, que é o projeto de Deus para a humanidade, e assumir como próprio de cada um de nós este projeto que nos é proposto pelo próprio Deus. Jesus nos mostra que Deus não quer de nós a infantilidade da obediência cega, mas a maturidade da co-responsabilidade no projeto do Reino. (CNBB)

Reflexão
Jesus vem para cumprir integralmente a vontade do Pai: “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou”. A Lei e os Profetas foram dados e escritos para orientar o povo a viver segundo o projeto de Deus. Acertadamente Jesus afirma que não veio descartar, mas realizar de modo pleno as Escrituras sagradas. Jesus fala com autoridade que está acima da legislação antiga. Sua interpretação é autêntica. Ele cumpre a Lei e os Profetas no seu sentido profundo. Se Jesus corrige algumas tradições (doutrinas humanas) inseridas na Escritura, foi no sentido de libertar de toda opressão o ser humano e dotá-lo de vida e liberdade. Para Jesus, a síntese da Lei e dos Profetas é o amor a Deus e ao próximo. “A caridade é a plenitude da Lei” (Rm 13,10).
(Dia a dia com o Evangelho 2016 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Recadinho: - Sou discípulo(a) missionário(a)? - Por quê? - Considero os mandamentos simplesmente como leis ou como um caminho que me ilumina os passos? - É possível amar a Deus sem amar ao próximo? - E amar o próximo sem amar a Deus? - Faça uma comparação entre a Lei de Deus, a justiça e a misericórdia.

Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R

terça-feira, 7 de junho de 2016

Evangelho do Dia. "Vós sois a luz do mundo."

3ª-feira da 10ª Semana Tempo Comum

Evangelho - Mt 5,13-16

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,13-16

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada, e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim, num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus.
Palavra da Salvação.



Reflexão - Mt 5, 13-16

Todos nós devemos testemunhar Jesus e os valores do Reino dos céus a fim de que o mundo não se corrompa, mas descubra os caminhos da santidade, da justiça e da graça. Com isso, é de suma importância que o anúncio da Palavra seja acompanhado pela coerência de vida, pela busca da santidade e pelo seguimento de Jesus a partir da vivência dos seus mandamentos. O Papa Paulo VI nos falava sobre isso na sua Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, quando se referia à exigência da santidade em todo trabalho evangelizador. Todo trabalho evangelizador deve começar pela caridade, pelo serviço, ou seja, pela explicitação, através da vida, dos valores do Evangelho.

Santo do Dia. "São Pedro de Córdova, fiel leigo"

São Pedro de Córdova
Respondeu ao juiz  testemunhando Jesus Cristo, falando sobre a verdadeira religião, da Salvação, do único Salvador

O santo de hoje viveu num tempo de grande perseguição. Foi no século IX, no ano de 851: um rei de outra religião estava impondo para os cristãos a renúncia de Cristo e a adesão a tal outra religião. Claro que muitos optaram pela fidelidade a Jesus, mesmo em meio às ameaças e perseguições.
Pedro, fiel leigo, que foi para Córdova junto com outro amigo por causa dos estudos, deparou-se com aquela perseguição. Eles se apresentaram a um juiz, que questionou a fé daqueles cristãos. E Pedro respondeu testemunhando Jesus Cristo, falando sobre a verdadeira religião, da Salvação, do único Salvador. Aquele juiz não aceitou os argumentos e condenou Pedro e seus companheiros ao martírio.
Eles foram com alegria, testemunhando a esperança da ressurreição. Foram degolados e depois tiveram seus corpos dependurados e queimados, e ainda tiveram suas cinzas lançadas num rio, para que ninguém os venerasse.
Diante do testemunho desses mártires, peçamos a Deus a graça da fidelidade.
São Pedro de Córdova e companheiros, rogai por nós!

sábado, 4 de junho de 2016

Celebrações em Tramandaí e Imbé


1º Sábado, 04 de Junho

14h30
N. Srª dos Navegantes
batismo
Fr. Maicon
15h30
Santa Terezinha
batismo
Fr. Lauvir
16h
N. Srª da Boa Viagem – Tdaí Sul
Reunião Conselho
Fr.  Irineu
16h
N. Srª de Lourdes - Oásis Sul
 
Fr. Breda
17h
N. Srª Aparecida – Mariluz
 
Fr. Lauvir
18h
N. Srª dos Navegantes
 
Fr. Maicon
18h15
Santo Antônio – Presidente
 
Fr. Breda
19h15
São José
 
Fr. Irineu

 
1º Domingo - Dia 05 de Junho

8h
N. Srª dos Navegantes
 
Fr. Maicon
8h30
Santa Rita
 
Fr. Breda
9h
São José
 
Fr. Lauvir
9h
Paróquia Luterana
Culto
Fr. Irineu
10h
Sagrado Coração - Indianópolis
Festa padroeiro
Fr. Maicon
10h
N. Srª Medianeira
 
Fr. Breda
11h
São José – Bernardo e Lídia
Bodas de Ouro
Fr. Lauvir
18h
Santa Luzia – Parque histórico
batismo
Fr. Lauvir
18h
N. Srª dos Navegantes
 
Fr. Maicon/Irineu

 

Evangelho do final de semana - ELE SENTIU COMPAIXÃO.

10º DOMINGO Tempo Comum
Cor: Verde

Evangelho - Lc 7,11-17

Jovem, eu te ordeno, levanta-te!

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 7,11-17
Naquele tempo:
11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim.
Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão.
12
Quando chegou à porta da cidade,
eis que levavam um defunto,
filho único; e sua mãe era viúva.
Grande multidão da cidade a acompanhava.
13
Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela
e lhe disse: 'Não chore!'
14
Aproximou-se, tocou o caixão,
e os que o carregavam pararam.
Então, Jesus disse:
'Jovem, eu te ordeno, levanta-te!'
15
O que estava morto sentou-se e começou a falar.
E Jesus o entregou à sua mãe.
16
Todos ficaram com muito medo
e glorificavam a Deus, dizendo:
'Um grande profeta apareceu entre nós
e Deus veio visitar o seu povo.'
17
E a notícia do fato espalhou-se pela Judéia inteira,
e por toda a redondeza.
Palavra da Salvação.


 MISERICÓRDIA QUE SALVA
Junto à porta da cidade de Naim, duas procissões se encontram: Jesus está entrando na cidade para continuar sua missão, acompanhado pelos discípulos e pela multidão; saindo da cidade, uma viúva com o filho morto e uma grande multidão.

Jesus, o Senhor da vida, interrompe seu caminho ao ver o choro daquela mulher. Mulher sofrida, já marcada pela morte do marido e agora pela morte do filho único, sua única herança. Jesus revela o rosto do Deus bondoso que se volta para as pessoas, que se compadece com o sofrimento humano, que sofre com quem sofre, aproximando-se não simplesmente para consolar com pala­vras, mas sobretudo para agir e restituir a vida.

Sofrimento e morte são parte de nossa jornada neste mundo. Nascemos, vivemos cambaleando entre alegrias e sofrimentos, para enfim passarmos à vida definitiva. Mas, vamos convir, o mundo prova de modo especial muitas pessoas, vítimas da maldade humana, do egoísmo, da injustiça. E como faz mal nos acos­tumarmos a um mundo malvado. Seja o sofrimento das 12 milhões de pessoas à beira da morte, enfrentando a seca e as guerras no Chifre da África, seja a tristeza de uma viúva que perdeu o filho único: quando a tragédia alheia já não nos tocar, então algo essencial estará faltando em nosso seguimento do Mestre da compaixão. Para não dizer que, neste caso, estaria se perdendo nossa humanidade mesma.

O caminho de Jesus é caminho de vida exatamente porque se encontra com caminhos de morte e os transforma. Ao ensinar a atitude da misericórdia, Jesus nos convida a seguir sua procissão de vida. Isso implica aproximar-nos de sofredores de carne e osso, para tentar sentir e aliviar seu sofrimento, de algum modo. Pois, no sofrimento que nos iguala como seres humanos, sempre encontraremos quem sofre mais que nós. E é na atitude misericordiosa, na compaixão pelos que mais sofrem, não em teorias e discursos, que testemunhamos ao mundo o amor de um Deus que, ainda hoje, está visitando o seu povo.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp


Recadinho: - Quando estamos mortos para a Graça de Deus? - Quando Jesus pede que nos levantemos? - Quando sentimos compaixão por alguém? - Temos como agir? - Sinto-me como o jovem morto ou sou ativo no contexto de minha comunidade?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R

 
Homilia do 10º Domingo Comum 
Padre Luiz Carlos de Oliveira
Missionário Redentorista
 
“Sentiu compaixão” 

Curando os corações

Estamos vivendo o Ano Santo especial que tem como finalidade viver a Misericórdia de Jesus e exercê-la em nossa vida. Ano Santo não é só uma comemoração, ou uma referência a um assunto. É um tempo propício de graça e mudança de atitudes para que a misericórdia de Deus seja mais acolhida e também assumida como caminho da Igreja. Papa Francisco não está interessado em movimento de massas no Vaticano, mas que seja um movimento e uma vivência nas comunidades. Ele abriu a Porta Santa no coração da África, em Bangui (República Centro Africana) onde há um clima de grande violência. Por isso a compaixão é a atitude de um coração convertido à misericórdia. O profeta Elias, no Antigo Testamento, ressuscita o filho da dona da casa onde se hospedava. Ela pediu (1Rs 17,17-24). Jesus ressuscita o filho da viúva de Naim que não pediu sua ressurreição.
Somente mostrou sua dor, o que foi suficiente para Jesus sentir compaixão e tomar uma atitude máxima. Não disse palavras de consolo. Deu a vida ao filho que era a garantia de vida da pobre viúva, que sem o filho não teria mais futuro (Lc 7,11-17). Os milagres de Jesus não fazem parte de um espetáculo, mas são conseqüência de sua misericórdia.

Há quem diga que falando muito da misericórdia, esquecemos da justiça de Deus. É de se perguntar se, quando pedimos a justiça de Deus, nos colocamos em primeiro lugar da fila para sermos julgados? A ressurreição por Elias confirma sua missão profética. A ressurreição realizada por Jesus está unida a sua missão de anúncio da vida nova que receberá do Pai e dará a todos os que crerem Nele, diz na ressurreição de Lázaro (Jo 11,11). Anuncia também que sua missão é a ressurreição universal, fruto da misericórdia de Deus.

Critérios de evangelização

A misericórdia não é somente a realização de milagres ou um relacionamento amoroso com as pessoas. Ela é um critério para saber se a missão que exercermos é de fato a de Jesus. É um modo de dirigir a ação pastoral. A evangelização só produzirá frutos se proporcionar a misericórdia de Deus às pessoas, de modo especial aos pobres.
São eles que devem ditar o modo como devem ser evangelizados. Se tivéssemos mais misericórdia, o sofrimento do povo seria muito menor, mesmo nos ensinamentos delicados e difíceis de solução como temos no momento atual. Precisamos viver e semear a misericórdia. Mantêm-se regras que estão distantes de resolver a situações. A doutrina deve ser preservada. Aqui também deve haver ressurreição.

Misericórdia na pastoral

Jesus discutia com os fariseus sobre a observância de leis sagradas como o sábado, afirmando: “Mas se vós tivésseis conhecido o que significa: ‘Misericórdia quero, e não holocaustos’, não teríeis condenado os inocentes” (Mt 12,7). Igualmente temos leis fundamentais tidas como dogmas intocáveis. Não estaremos repetindo o que fizeram os fariseus? Se tivéssemos em conta a misericórdia em primeiro lugar seria mais fácil resolver e convencer.
Quando necessitarmos de misericórdia, saberemos o mal que praticamos. Misericórdia não significa desconhecer a verdade, mas conduzi-la considerando o Evangelho em seu todo e teorias ideologias de um tempo. Aqui temos um longo caminho de estudo e busca da verdade, abertos à misericórdia. “Como a mesma medida que medirdes sereis medidos” (Mt 7,2).

Leituras:1 Reis 17,17-24; Salmo 29; Gálatas 1,11-19; Lucas 7,11-17 
Ficha nº 1550 – Homilia do 10º Domingo Comum (05 .06.16)

No Ano Santo da Misericórdia encontramos Jesus tendo compaixão e ressuscitando o filho da viúva de Naim. Papa Francisco insiste na misericórdia que é missão de todos.
A misericórdia é critério para a vida da Igreja e sua ação pastoral. Ela é critério de análise da verdade que apresentamos.

As leis intocáveis, e doutrinas extremas para os fariseus podem estar presentes em nossa pastoral. Não podemos apoiar dogmatismos que não provêm do Evangelho. 

Para uma mãe não se nega nada 

As leituras nos dão duas indicações: Primeiro a ressurreição do filho da viúva de Naim e da mulher que hospedava Elias em Sidon. Diante da dor das mães, Jesus e Elias ressuscitam seus filhos.
Jesus não fazia espetáculo com milagres. Eles nasciam da compaixão pelas pessoas. A misericórdia vem do coração de Deus. E Jesus sabia sempre usar a misericórdia. Quem tem capacidade para ressuscitar os mortos, também ressuscita. A Ressurreição vai além da reanimação de um cadáver, mas está voltada para toda a condição humana para a vida de Deus. O evangelista Lucas entendeu muito bem esse modo de ser de Jesus. Ele era médico e conhecia a dor do povo.

Podemos tirar um ensinamento desse milagre: A viúva de Naim é uma imagem de toda a humanidade sofrida, perdida e distante de Deus. Diante de seu sofrimento recebe a misericórdia de Jesus que lhe dá vida a todos os seus filhos. É um ensinamento: não podemos desprezar os sofrimentos do povo, mas assumir ações concretas de ressurreição.
Na segunda leitura lemos Paulo afirmando que sua pregação não vem da inspiração das pessoas, mas de Jesus Cristo. Ele mesmo foi judeu e viveu com força sua fé judaica. Quando Jesus o escolhe para a pregação do Evangelho, deixa tudo e mergulha no conhecimento de Jesus Cristo. Não prega com critérios humanos.

É um grande ensinamento, pois muitos de nós aceitamos o Evangelho só naquilo que interessa. É o que dizem: sou católico, mas não aceito tudo. Quem sabe, o que aceitam é o que não é do Evangelho.

São Bonifácio

SÃO BONIFÁCIO05/06


Winfrido nasceu em 672 e pertencia a uma rica família de nobres ingleses. Como era o costume da época, foi entregue ao mosteiro dos beneditinos ainda na infância para receber boa educação e formação religiosa. Logo percebeu que sua vocação era o seguimento de Cristo. Aos dezenove anos professou as regras na abadia, iniciando o apostolado como professor. Em seguida decidiu iniciar seu trabalho missionário para a evangelização dos povos da Alemanha. Em 718 fez uma peregrinação à Roma onde conseguiu o apoio do Papa Gregório II para reiniciar sua missão na Alemanha. Além disso, o Papa o orientou também a assumir, como missionário, o nome de Bonifácio, célebre mártir romano. Durante três anos percorreu quase toda a Alemanha e, numa segunda viagem à Roma, o Papa o nomeou bispo de Mainz. Bonifácio fundou o mosteiro de Fulda, centro propulsor da cultura religiosa alemã e muitos outros mosteiros masculinos e femininos. Acabou estendendo sua missão até a França. No dia 05 de junho de 754 foi ao encontro de um grande grupo de catecúmenos, que receberiam o Crisma. Mal iniciou a Santa Missa o local foi invadido por um bando de pagãos frísios. Os cristãos foram todos trucidados e Bonifácio teve a cabeça partida ao meio por um golpe de espada.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
 REFLEXÃO São Bonifácio iniciou a evangelização da Alemanha e lançou as bases para a completa cristianização das terras germânicas. São Bonifácio é venerado como o "Apostolo da Alemanha", seu corpo foi sepultado na igreja do mosteiro de Fulda, que ainda hoje o conserva, pois em vida havia expressado essa vontade. Que este santo inspire nossos ideais missionários.
ORAÇÃO Deus eterno e todo-poderoso, que destes a são Bonifácio a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.